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5 dicas essenciais para a boa gestão de uma farmácia hospitalar

Todo hospital, clínica ou posto de saúde conta com uma farmácia hospitalar. Dirigida por um farmacêutico, ela é integrada às atividades da unidade médica e ajuda a garantir a assistência ao paciente

O farmacêutico deve se preocupar em evitar excessos de produtos, visto que isso implica em custos altos desnecessários, e em ter sempre os medicamentos e objetos necessários, caso contrário colocaria em risco o tratamento do paciente. Já imaginou se um médico precisa fazer uma sutura e não tem agulhas? 

Por isso, uma boa gestão para farmácia hospitalar é essencial para administrar de maneira eficaz os recursos de um hospital. 

No Brasil, o estoque de medicamentos é responsável por 5 a 20% do orçamento dos hospitais. Em alguns casos, a falta de estoque pode inclusive prejudicar o tratamento de doenças facilmente curáveis, como a sífilis, contribuindo para o aparecimento de epidemias: segundo o Relatório Situação Atual da Sífilis no Brasil e de Penicilina Benzatina, 16,6% dos estados brasileiros têm o estoque de penicilina desabastecido e 11,4% simplesmente não tinham penicilina no estoque.

Confira cinco dicas para melhorar a gestão de uma farmácia hospitalar

 

1. Padronize os cadastros de medicamentos

Não basta ter os medicamentos no estoque, se eles não são facilmente encontrados quando necessário. A padronização também ajuda na obtenção de uma visão mais completa das necessidades do hospital.

 

2. Saiba escolher os fornecedores

Um dos fatores que contribuem para uma boa gestão de uma farmácia hospitalar é a relação com os fornecedores. É importante cultivar um bom relacionamento e manter um cadastro com o histórico de cada um para estabelecer quais têm as melhores práticas de mercado. Isso ajuda na hora de comprar bem, fazer solicitações estratégicas e evitar riscos, como o atraso em entregas.

 

3. Organize o processo de compras

O cadastro de fornecedores é fundamental para organizar o processo de compras. Há sistemas eletrônicos que ajudam a organizá-los e facilitam a gestão da farmácia hospitalar. Por exemplo, o sistema é capaz de informar fornecedores a quem solicitar pedidos com base em preço ou histórico.

 

4. Aprenda a fazer cálculo de parâmetro

O estoque de um hospital é um ativo circulante e, ao mesmo tempo em que a unidade médica não pode adquirir produtos demais, também não pode arriscar a falta deles. Qual seria o momento certo, então, de comprar medicamentos e outros materiais? Esta resposta é dada pelo cálculo de parâmetro, que permite que você saiba as quantidades mínima e máxima necessárias de cada produto.

 

5. Não se esqueça da Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária controla todos os medicamentos e materiais hospitalares fabricados. Segundo a Anvisa, tudo deve ser controlado por lote, validade e pelo código de barras. Se um lote é bloqueado, sistemas de gestão de estoque são capazes de barrar a administração dos medicamentos e de dinamizar o processo de recolhimento.

 

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