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Cuidados ao receitar e dispensar medicamentos para dormir!

Estima-se que onze milhões de Brasileiros tomem medicamentos para dormir com frequência. Esse número é proveniente de uma rotina agitada, estresse e hábitos não saudáveis que pioram o quadro.

Um dado que tem aumentado o número de pessoas que se deslocam até as farmácias em busca desses medicamentos. Contudo, os farmacêuticos precisam tomar cuidado com a automedicação e uso exagerado dessas substâncias.

Veja neste post os cuidados que devem ser tomados dentro de sua farmácia na hora de dispensar medicamentos para dormir!

Exija a receita médica

A maioria dos medicamentos para dormir possui tarja preta ou vermelha, uma identificação que deixa claro a necessidade da prescrição médica. Portanto, não corra riscos desnecessários em sua farmácia e nem coloque a saúde do paciente em xeque.

Exija que ele apresente a prescrição de seu médico, de acordo com as exigências legais. Se necessário, oriente o paciente sobre a necessidade de buscar auxílio médico, antes de utilizar medicamentos para dormir.

Sugira terapias alternativas

Quando o paciente não tem interesse em buscar ajuda médica, ou o tratamento farmacológico não se torna eficaz, experimente sugerir tratamentos alternativos e hábitos saudáveis. Diga ao paciente que os problemas de insônia podem estar ligados com outras causas e não apenas ao uso do medicamento.

Algumas dicas para passar a seus clientes, são:

  • Praticar exercícios físicos regulares;
  • Não fazer refeições pesadas na hora de dormir;
  • Comer alimentos saudáveis e nutritivos;
  • Tomar chás com propriedades anestésicas e terapêuticas;
  • Remover qualquer luz do quarto;
  • Deixar os aparelhos eletrônicos longe da cama e desligados;
  • Entre outras.

Deixe claro para o paciente que o uso de medicamentos para dormir deve ser a última opção e sempre acompanhado por um médico. Esse simples ato pode ajudar a salvar vidas e evitar a dependência!

Acompanhe o paciente

Quando a terapia farmacológica é a única opção, acompanhe esse paciente de perto. Converse com ele para ver se o medicamento está surtindo efeito, se ele tem conseguido dormir melhor e se está percebendo algum efeito colateral.

 

 

Deixe o paciente livre para falar o que julgar necessário e veja o que merece ser repassado ao médico. Em caso de qualquer efeito colateral grave ou ineficácia do medicamento, oriente o paciente a conversar com o seu médico ou envie essas informação ao profissional você mesmo.

Medicamentos para dormir são muito usados no Brasil e estão nas primeiras posições de substâncias usadas na automedicação. Por isso exigem a atenção dos farmacêuticos, médicos e demais profissionais de saúde.

Siga essas dicas e mantenha a saúde de seus pacientes e clientes sempre em dia. Aproveite também para compartilhar este post e ajudar na conscientização de outros profissionais.