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Você conhece a diferença entre medicamento genérico, de marca e similar?

Um atendente de farmácia deve estar preparado para oferecer o melhor medicamento ao cliente, atender a sua necessidade (tratar uma doença) e ajudá-lo a economizar sempre que possível.

Se fizer isso corretamente vai conseguir atrair clientes para a farmácia e fidelizá-los por causa do bom atendimento. Mas para isso ser feito, você precisa conhecer os tipos de medicamentos existentes e quando usar cada um deles.

Veja neste post a diferença entre medicamento genérico, de marca e similar. Acompanhe os aspectos que diferenciam esses fármacos e as recomendações para cada um deles. Confira!

Medicamento genérico

É aquele que possui o mesmo princípio ativo que o medicamento de marca, mesma forma farmacêutica, mas embalagem diferenciada. Na caixa desse fármaco, por exemplo, podem conter mais comprimidos pelo mesmo preço, ou o valor cobrado pode ser inferior ao do laboratório famoso.

 

 

A maior característica desse medicamento é a identificação na embalagem, que precisa ter a taxa  “Medicamento Genérico”.

Medicamento de marca

O medicamento de marca é aquele aprovado na ANVISA, que possui a fórmula em primeira mão e geralmente pertence a um grande laboratório. Geralmente tem um valor acima dos outros dois tipos justamente por envolver despesas e investimentos por parte do laboratório, não contempladas pelo genérico e similar.

Medicamento Similar

É aquele com mesmo princípio ativo e forma farmacêutica do medicamento de marca. A diferença fica por conta do prazo de validade e a embalagem devidamente identificada.

Vale lembrar que os fármacos similares também possuem um processos diferenciado de liberação junto a ANVISA, conforme já abordamos no blog.

Cuidados na hora de dispensar medicamentos

Como farmacêutico é importante ficar atento as diferenças desses produtos e suas recomendações. Como regra geral, recomenda-se cautela na dispensação de qualquer tipo de medicamento.

Em alguns casos o próprio médico sugere por medicamentos alternativos ao paciente. Mas, de qualquer forma, nenhum medicamento deve ser indicado ao paciente sem prescrição médica.

Por outro lado, os genéricos já são mais aceitos e utilizados pela população brasileira. Contudo, cabe frisar que o farmacêutico deve se certificar que o medicamento realmente segue a determinação do médico e possui todas as características necessárias para o tratamento (forma farmacêutica, data de validade e posologia).

Imagine indicar um medicamento similar para um paciente que deve realizar o tratamento por 30 dias, sendo que o fármaco vence antes desse período? Por isso, todo cuidado e atenção devem ser tomados para evitar problemas futuros