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Como fazer a contagem do prazo de validade de receituários controlados?

É muito comum que farmacêuticos tenham dúvidas de como realizar, da maneira correta, a contagem do prazo de validade de receituários controlados. Muitas pessoas acabam indo às farmácias com a receita médica já vencida e o profissional não sabe ou tem dúvidas como descobrir sua validade.

Sendo assim, se você faz parte deste grupo que tem dúvidas sobre como fazer esse controle da forma correta, leia este artigo até o final.

Aqui você encontrará dicas e cuidados importantes no momento de fornecer ou não o medicamento prescrito ao paciente. Entenderá ainda como conferir se o receituário está seguindo as normas necessárias a fim de não ter problemas depois.

Como funcionam os receituários controlados?

Primeiramente, vale destacar que os receituários são controlados pela Portaria SVS/MS nº 344/98 e devem seguir as suas regras. O preenchimento deles da forma correta é de fundamental importância principalmente para o cumprimento da legislação.

Os receituários controlados devem ser feitos em duas vias e são destinados à prescrição de medicamentos à base de substâncias constantes nas listas dessa Portaria. Alguns exemplos são: antirretrovirais, anabolizantes, psicotrópicos e entorpecentes.

Além disso, os receituários controlados devem ser escritos de forma legível, sem rasura ou emenda. A quantidade precisa estar em extenso e em algarismos arábicos para não restar qualquer tipo de dúvida.

Como é feita a contagem do prazo de validade?

Os receituários controlados possuem validade de 30 dias, os quais são contados a partir da data de emissão. O farmacêutico deve sempre respeitar esse prazo e dispensar receituários com medicamentos à base de substâncias contidas na Portaria 344/98 caso ultrapassem esse tempo já determinado na Lei.

Os receituários controlados possuem campos de preenchimento obrigatórios. Alguns são exclusivos de quem prescreveu o medicamento e outros do fornecedor.

Portanto, é importante sempre estar atento às datas dos receituários controlados para, assim, seguir a legislação da forma correta e fornecer ou não o remédio controlado. A responsabilidade nesse fornecimento também recai sobre o farmacêutico, além do próprio médico, por isso toda atenção é bem-vinda.

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