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Há 7 décadas no coração do Brasil, o Laboratório Teuto/Pfizer, mais uma vez, confirma sua missão de garantir mais saúde, bem-estar e qualidade de vida, com o lançamento do genérico Pantoprazol. O medicamento é indicado para o alívio dos sintomas causados por problemas gastrintestinais que dependem da secreção do ácido produzido pelo estômago.

O medicamento de uso adulto e pediátrico acima de 5 anos, está disponível em quatros apresentações, com embalagens de 14 e 28 comprimidos revestidos, nas concentrações de 20mg e 40mg.

"O genérico de 20mg reduz a acidez estomacal, aliviando os sintomas causados por essa acidez em casos de gastrites ou gastroduodenites agudas ou crônicas, dispepsia não ulcerosa e doença por refluxo gastresofágico sem esofagite. O Pantoprazol nesta concentração também previne as lesões gastroduodenais induzidas por medicamentos, com rápido alívio dos sintomas. Já o Pantoprazol de 40mg é indicado no tratamento de úlcera péptica duodenal e gástrica, esofagites de refluxo moderadas ou graves, síndrome de Zollinger-Ellison e para reduzir a taxa de recorrência de úlceras causadas pelo Helicobacter pylori, bactéria responsável pela formação de úlceras", explica o farmacêutico do setor de lançamentos, Thiago Lobo Matos.

"O lançamento do Pantoprazol genérico é estratégico para o plano de lançamentos da companhia em 2017 e possui ótimo potencial de mercado", acrescenta.

Genéricos: 
Produzido dentro dos mais altos padrões de qualidade reconhecidos no Brasil e no mundo, o genérico confirma o compromisso do laboratório de garantir mais saúde, bem-estar e qualidade de vida, oferecendo medicamentos de qualidade e confiança a preços acessíveis. Atualmente, a companhia possui importantes medicamentos genéricos entre os mais vendidos no Brasil, entre eles a Losartana Potássica, a Hidroclorotiazida, o Maleato de Enalapril, o Omeprazol, a Metformina e o Captopri.

"Com o crescimento da expectativa de vida dos brasileiros, podemos prever que a utilização de medicamentos genéricos também aumentará, já que eles são, pelo menos, 35% mais baratos que os medicamentos de referência; e são o principal instrumento de acesso a medicamentos no País, permitindo que os consumidores consigam dar continuidade aos seus tratamentos de forma econômica, segura e eficaz", comenta o farmacêutico pesquisador do ICTQ, Ismael Rosa.