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Entenda como é feito o controle de qualidade de medicamentos na indústria farmacêutica

Na fabricação de qualquer espécie de produto, há uma série de aspectos que precisam ser observados e reavaliados constantemente. Nesse sentido, o controle de qualidade de medicamentos dentro da indústria farmacêutica está entre as etapas mais importantes, desde a matéria-prima, passando pelo maquinário até chegar ao consumidor final.

Saiba mais sobre o assunto ao longo deste artigo.

Controle de qualidade de medicamentos e sua importância para o setor farmacêutico

Quando falamos sobre controle de qualidade relacionado à produção de medicamentos, estamos nos referindo a respeito de uma área essencial e vital para a indústria, para o comerciante e para o consumidor.

É por meio da implantação do conjunto de processos e ferramentas que será possível garantir não somente a qualidade do que está sendo produzido, mas também a eficácia do modelo de produção e do produto, a segurança do seu uso e, para a companhia, o controle de qualidade ainda ajuda a fazer com que ela ganhe respeito e credibilidade perante a população.

Definição do conceito de controle de qualidade

Podemos definir o conceito de controle de qualidade de medicamentos como uma série de processos ou operações que tem como finalidade avaliar e garantir que os remédios respeitem os padrões de qualidade cobrados pelos órgãos reguladores.

Para que isso seja possível, várias etapas precisam ser seguidas, cada uma delas com objetivos bem definidos. Veja algumas:

  • Avaliação das matérias-primas (características microbiológicas e físico-químicas);
  • Controle do processo. Essa fase envolve um conjunto de ações e medidas, tais como: controle ambiental, reanálise das fórmulas usadas na produção, higienização de equipamentos e normas de segurança dos profissionais responsáveis pela fabricação;
  • Controle de materiais. Aqui, entra a verificação das embalagens que envolvem um medicamento: rótulos, caixa e bula, por exemplo.

É claro que o controle de qualidade de medicamentos envolve vários outros pontos. Mas, pelos especificados acima fica claro que não se trata de uma etapa somente, e sim de uma série de ações ou, como apontamos, de um conjunto de processos.

Conclusão

Essa verificação e análise de tudo o que participa da fabricação de um medicamento deve ser realizada rotineiramente por laboratórios farmacêuticos próprios e independentes.

É assim que o paciente que consumirá o remédio poderá ter certeza de que o produto é seguro e de qualidade.

É importante ressaltar que essas medidas afetam positivamente todas as áreas de uma companhia farmacêutica. Por exemplo, elas vão muito além das verificações em laboratório, abrangendo também os equipamentos e os compostos usados na limpeza, a qualidade da água e do ar da unidade de fabricação, assim como o gerenciamento de resíduos.

Toda essa preocupação com as etapas de produção tem sua origem em problemas muito graves envolvendo a indústria — falsificação de medicamentos, fórmulas incorretas, remédios sem o princípio ativo mais importante e furtos de matérias-primas, apenas para citar alguns.

Por fim, mesmo considerando todas as vantagens que abrangem a redução do tempo de fabricação, otimização dos processos, padronização de procedimentos e qualidade do ambiente e matérias-primas, é preciso lembrar que as obrigações da indústria farmacêutica vão muito além do conceito de controle de qualidade de medicamentos.

Por isso, é fundamental que ela esteja atenta às inovações trazidas para a linha de fabricação, tanto nesta quanto em outras áreas.

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