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Brasil ocupa a 6ª posição no mercado farmacêutico mundial

Dentro do mercado farmacêutico mundial, o Brasil ocupa a sexta posição. O país tem se tornado um grande atrativo para os investidores da indústria. O setor fechou em alta em 2019, pelo menos é isso que mostra a pesquisa realizada pelo IQVIA.

Com o setor de farmácias aquecido, vários investidores têm voltado a sua atenção para as indústrias farmacêuticas brasileiras. O que é um ponto positivo para a economia nacional.

Preparamos este post para mostrar mais sobre esse estudo, com dados que mostram como o mercado farmacêutico mundial está. Quer saber mais? Continue acompanhando e boa leitura!

Pesquisa sobre o mercado farmacêutico mundial

Segundo o relatório do IQVIA, o Brasil ocupa o 6º maior mercado farmacêutico mundial. O país perde somente para os Estados Unidos, China, Japão, Alemanha e França, nessa ordem. Portanto, é válido considerar uma expansão nesse setor para os próximos períodos, uma vez que o câmbio para o território nacional está mais barato.

Essa é uma informação que atrai, em especial, os investidores estrangeiros. As perspectivas são boas para o ano de 2020.

De acordo com informações divulgadas em dezembro de 2018, os medicamentos Buscopan foram comprados pela indústria brasileira Hypera. Isso porque a também brasileira União Química, desistiu da negociação.

Os países latino-americanos têm despertado o interesse dos investidores internacionais por causa de sua potencial expansão de negócios. Para o presidente da consultoria da Close-Up no Brasil, esse é o principal diferencial em relação aos mercados americanos e europeus.

Há bastante visão de crescimento no setor farmacêutico brasileiro. Afinal, as indústrias estão investindo em melhorias de acesso, incremento das atividades primordiais ou em áreas terapêuticas específicas. Por isso, os empresários estrangeiros veem capacidade de crescimento financeiro no Brasil.

Recentemente, a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa, Interfarma, mostrou em um levantamento que o patamar é positivo até o ano de 2023. De acordo com essa pesquisa, o setor farmacêutico pode movimentar R$175 bilhões em três anos. Assim, o Brasil deixa a sexta posição e sobe para a quinta.

Setor farmacêutico recua na exportação

De acordo com a Organização Mundial do Comércio, o Brasil tem o nono maior parque industrial do mundo. Porém, ocupa o 32º no ranking de exportação. Ou seja, as suas vendas para o exterior diminuíram nos últimos 10 anos.

No ano de 2019, segundo a Associação do Comércio Exterior do Brasil, AEB, os produtos manufaturados da indústria farmacêutica representaram somente 34,6%. O principal obstáculo é uma série de despesas nacionais para a produção das mercadorias, o que acaba elevando o valor do produto. Assim, ele não se torna vantajoso para o mercado internacional.

Segundo a Abimaq, há desincentivos para a exportação na indústria farmacêutica, como a falta de financiamento e dificuldades de obter ressarcimentos de créditos com os impostos gerados. Atualmente, o Brasil só exporta 6% de toda a sua produção farmacêutica.

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