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Grandes redes de farmácias percebem aumento no faturamento de 7,7% no 1º semestre

Com a pandemia causada pelo novo Coronavírus, foi comum notar uma confusão em grande quantidade de segmentos. De fato, todo o comércio ficou abalado e até mesmo outros ramos de atuação. Os estabelecimentos farmacêuticos, no entanto, conseguiram se sair melhor. O faturamento de redes de farmácias apresentam aumentos consideráveis.

Isso, por um lado, é algo totalmente lucrativo para tais empreendimentos, já que denota maior popularidade do setor, preocupação com a saúde, bem como a necessidade dos serviços farmacêuticos e seus atendentes. No entanto, mesmo quando não é algo feito de forma presencial, as farmácias continuam apresentando aumentos.

Varejo farmacêutico

O varejo farmacêutico se manteve em alta durante toda a pandemia. Inclusive, ainda se mostra com vendas liderando o ranking e movimentando altas quantias de dinheiro. Segundo um estudo realizado pela Linx, especialista em tecnologias para o varejo, foi apontado que, após dois meses de enorme alta, os medicamentos antiparasitário e anti-helmínticos registraram quedas.

Porém, isso não é motivo para preocupação por parte dos empreendedores do segmento. É fato que todo o varejo farmacêutico movimentou cerca de R$ 27,45 bilhões no primeiro semestre de 2020. Esse volume foi quase 7,74% superior ao resultado do mesmo período relativo ao ano anterior.

Os dados foram estudados e compilados pela FIA-USP, conhecida também como Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo. Em relação à divulgação, essa foi de responsabilidade da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (ABRAFARMA).

Desaceleração de vendas

Anteriormente, as farmácias mais próximas aos bairros – ou seja, de empreendedores locais ou redes pequenas – apresentaram um aumento no número de vendas. Isso, no entanto, preocupou as grandes redes de farmácias, já que as mesmas demonstraram uma queda nas vendas.

Porém, isso ocorreu por conta do isolamento social imposto pelo novo Coronavírus. As medidas de proteção foram as principais responsáveis pela desaceleração das vendas. Assim, as farmácias grandes perderam espaço para as farmácias presentes em zonas de maior simplicidade e familiaridade das cidades, como bairros e demais zonas de periferia.

Números positivos

Os remédios isentos de prescrição médica, conhecidos popularmente como MIPs, e também os genéricos, mostraram um aumento de 20,79%. Essa porcentagem pode não parecer grande para muitas pessoas, mas movimentou R$ 3,13 bilhões em vendas, proporcionando um avanço de 8,09%.

Logo, isso denota uma reviravolta para as farmácias. Além do mais, também é importante citar que os não medicamentos também se mostraram em alta novamente. Com uma evolução de 4,91%, somando R$ 8,58 bilhões.

Além disso, vale ressaltar que o número de funcionários também aumentou, indo de 129.432 para 130.317. Cerca de 25.152, são farmacêuticos.

Conclusão

O aumento do faturamento de redes de farmácias mostra que esse ramo de atuação está em constante crescimento. Mesmo quando aparenta uma possível queda, a mesma pode ser facilmente justificada, já que muitas pessoas dependem do varejo farmacêutico para comprar seus mantimentos de higiene pessoal, saúde, entre outros. Dessa maneira, nota-se um aumento satisfatório e bons horizontes para os negócios.

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Fonte:

https://pfarma.com.br/noticia-setor-farmaceutico/mercado/5798-faturamento-redes-farmacias.html