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Inteligência artificial aplicada na fabricação de medicamentos

A tecnologia marca presença em diversos setores da economia e de nossas vidas. A todo momento somos expostos a telas, chips, máquinas eletrônicas e equipamentos inteligentes que nos dão a maior força no dia a dia.

Todo esse avanço também tem gerado resultados na indústria farmacêutica e na saúde dos seres humanos. Computadores são usados para complementar pesquisas, fazer testes preliminares e usam dados diversos para ajudar os cientistas a tomarem decisões.

Esta é a famosa inteligência artificial que agora começa a ser aplicada também na fabricação de medicamentos. Uma forma de minimizar os efeitos colaterais dos medicamentos e aumentar a sua eficácia.

 

 

A inteligência artificial na farmácia

Sabemos que o processo de liberação de um medicamento é demorado, custoso e muito burocrático. A indústria farmacêutica investe milhões de reais todos os anos em pesquisas, experimentos e análises clínicas para colocar um novo fármaco no mercado.

Mesmo com todo esse investimento nem sempre a eficácia do medicamento pode ser garantida e, em outros casos, os efeitos colaterais são devastadores e inviabilizam o comércio do fármaco.

A inteligência artificial pode ser uma grande aliada nesse sentido. Através da análise de dados os computadores são capazes de identificar a viabilidade de um medicamento, antes mesmo de todo esse investimento.

Também é possível, através da inteligência virtual, entender como o medicamento age no organismo, os possíveis efeitos colaterais e outros dados importantes para a fabricação de fármacos.

Além disso, a análise do DNA do paciente também é outro avanço incrível. Através dela é possível produzir medicamentos sob medida para cada paciente e controlar ou até curar doenças até então desconhecidas.

A inteligência artificial é uma aliada que vem para minimizar um problema muito frequente na administração de mediamentos: a falta de padrão nos relatórios e o não comunicado de efeitos colaterais de medicamentos.

As máquinas são capazes de simular a atuação do fármaco de forma virtual, por exemplo, sem a necessidade de testes em humanos ou animais em um primeiro momento. Algo que pode ser um marco para o avanço da indústria farmacêutica e um novo cenário para a liberação de fármacos.

Algumas empresas já estão investindo nessa nova maneira de fabricar medicamentos, como a startup Deep Genomics que usa a abordagem computacional para descobrir a cura de diversas doenças degenerativas. A marca recebeu 16 milhões de dólares de aporte em duas rodadas de investimento e expande suas pesquisas.